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Clarear Saúde
A plataforma

Você contrata por módulo, e cada um diz até onde vai.

A sua instituição escolhe a parte do atendimento que quer resolver primeiro e paga por ela. Cada módulo abaixo traz três colunas: o que ele entrega, o que ele não faz e como ele usa o protocolo aprovado pelo seu comitê. O limite aparece junto da capacidade, e não depois, na implantação.

Catálogo

Você começa por um módulo. Só a base vem sempre junto.

A base é o que registra quem é cada usuário, em qual unidade ele atua, o que pode fazer e o que fez. Por isso ela não é vendida à parte: sem ela não há como controlar acesso nem provar depois o que aconteceu. Os seis módulos vêm em cima disso, na combinação que a instituição quiser. Quando um precisa do outro por dentro, o cadastro mínimo é liberado sem que você compre um módulo que não pediu.

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Plataforma Clarear

Quem entra, de qual unidade, o que pode fazer e o que fez. É a base que sustenta os demais módulos e o único item que não se compra à parte.

O que faz
  • Entrada da equipe com verificação em duas etapas
  • Organizações, unidades, papéis e permissões nomeadas uma a uma
  • Cada acesso conferido no servidor e conferido de novo pelo banco de dados
  • Registro de uso que não pode ser alterado nem apagado depois
  • Consumo medido contra o limite que a instituição contratou
O que não faz
  • Não guarda conteúdo clínico no registro de uso: fica a referência do que foi acessado, não o dado do paciente
  • Não exibe CPF, documento ou identificador interno completos
  • Não trata menu escondido como controle de acesso
  • Não escreve dado clínico nem senha em registro técnico
Ligação com o protocolo

É aqui que a instituição define quem pode enviar, aprovar e consultar protocolo, e em qual unidade. Sem papel, permissão e unidade autorizada, nenhum protocolo é aprovado, lido ou aplicado.

Onde ele para
Nenhum acesso é liberado por confiar na tela. Cada etapa da verificação acontece no servidor e é repetida pelo banco de dados, e a tentativa negada também fica registrada, com quem tentou e quando.

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Recepção e Triagem

A chegada do paciente organizada: identificação, fila com tempo de espera visível, queixa principal, sinais vitais e questionários, prontos para quem vai atender.

O que faz
  • Identifica o paciente e abre o atendimento
  • Mostra a fila e o tempo de espera para toda a equipe
  • Registra queixa principal e sinais vitais informados
  • Aplica os questionários que a própria instituição definiu
  • Guarda os consentimentos do paciente separados por finalidade
O que não faz
  • Não classifica risco enquanto a instituição não homologar o protocolo e validar o resultado clinicamente
  • Não atribui prioridade por conta própria
  • Não conclui nada sobre o paciente a partir dos valores registrados
  • Não mostra CPF nem documento completos em tela
Ligação com o protocolo

Os questionários são os da sua instituição, no formato que ela já usa. O que a equipe responde fica marcado como informado por um profissional, em campo próprio, sem se misturar com cálculo do sistema nem com sugestão de máquina.

Onde ele para
Enquanto o protocolo correspondente não for homologado pela instituição, a classificação de risco continua desligada e a tela diz isso por escrito, em vez de estimar sozinha.

02

Consulta Inteligente

Menos tempo digitando durante o atendimento. O que foi dito vira rascunho organizado, e o profissional revisa item a item antes de qualquer coisa virar registro.

O que faz
  • Grava por pergunta: cada trecho pertence a um campo do formulário
  • Transcreve e marca os trechos em que a confiança é baixa
  • Separa os fatos um a um, cada um apontando para o trecho que o originou
  • Deixa o profissional aceitar, editar ou rejeitar cada item
O que não faz
  • Não preenche registro clínico sozinho: o que a máquina entendeu nasce como sugestão pendente
  • Não usa a separação de falantes como prova de quem falou, apenas como sugestão
  • Não liga a gravação contínua por padrão, por causa de custo, consentimento e prazo de guarda
  • Não grava sem consentimento registrado, aviso visível durante toda a gravação e prazo de guarda aprovado
Ligação com o protocolo

O que sai da revisão vira registro clínico com a origem e a confirmação gravadas junto. É esse registro aceito por uma pessoa, e nunca a transcrição bruta, que o protocolo lê depois.

Onde ele para
Nada atravessa de sugestão para registro clínico sem alguém confirmar, e o trecho de origem continua acessível depois. Essa trava está no banco de dados, e não numa convenção da tela.

03

Inteligência Clínica

Reúne o que foi registrado no atendimento, calcula os escores previstos no protocolo e mostra cada afirmação separada, com o grau de certeza e a origem à vista.

O que faz
  • Calcula o escore por regra fixa: o mesmo dado dá sempre o mesmo resultado
  • Apresenta cada afirmação isolada, com o grau de certeza e a fonte que a sustenta
  • Lista por escrito o que faltou de informação
  • Confere a própria saída antes de exibir: o que não passa na conferência não chega à tela
  • Registra o parecer do profissional, com justificativa obrigatória quando ele rejeita
O que não faz
  • Não fecha diagnóstico, não prescreve, não escolhe tratamento e não pede exame
  • Não decide internação nem alta, e não bloqueia conduta médica justificada
  • Não completa escore com dado que ninguém informou: ele sai como não calculável, nunca como zero
  • Não consulta fonte externa de evidência por padrão, e quando a instituição liga, o consumo é medido à parte
Ligação com o protocolo

Com o módulo de Protocolos contratado, os documentos aprovados pela sua instituição passam à frente de qualquer outra fonte. Cada afirmação aponta para o trecho usado e para a versão do protocolo que valia naquele dia.

Onde ele para
A análise não conclui pelo profissional. Ela mostra o que foi calculado, com qual regra, em qual versão, e o que faltou de informação. Descartar uma afirmação não descarta as demais, e a conduta continua sendo de quem assina o atendimento.

04

Protocolos Institucionais

O protocolo do seu comitê deixa de viver numa pasta de rede. Ele entra com versão, vigência e aprovação, e passa a ser consultável no momento do atendimento.

O que faz
  • Recebe o documento com população, contexto e demais informações clínicas
  • Conduz a aprovação: rascunho, em revisão, aprovado, vigente, suspenso, substituído
  • Guarda o histórico de versões e compara duas delas lado a lado
  • Mostra o trecho usado dentro do documento original
  • Lê o texto de documento digitalizado
O que não faz
  • Não altera protocolo e não aprova nada: quem aprova é o comitê da instituição
  • Não aprende regra clínica a partir de um prontuário
  • Não transforma a opinião isolada de um profissional em regra para os demais
  • Não obedece a comando escondido dentro de um documento enviado: o texto é lido como conteúdo, nunca como ordem
Ligação com o protocolo

É daqui que saem a versão, a vigência e a aprovação citadas por todos os outros módulos. E é aqui que uma divergência entre dois documentos vira uma decisão do comitê, com data e responsável, em vez de virar silêncio.

Onde ele para
Revisar um protocolo nunca reescreve o passado. O atendimento já registrado continua apontando para a versão que estava vigente naquela data, com a data de vigência junto.

05

Evolução e Reconsulta

O que mudou desde a última consulta, na linha do tempo do paciente naquela instituição, com a comparação entre dois momentos feita para você.

O que faz
  • Monta a linha do tempo dos atendimentos do paciente na instituição
  • Abre uma reconsulta a partir de um atendimento anterior
  • Compara dois momentos, incluindo sinais, exames e escores
  • Resume o que mudou desde a última consulta
O que não faz
  • Não interpreta a mudança nem sugere conduta por causa dela
  • Não dispara ação nem executa nada em nome do profissional
  • Não confunde falta de informação com quadro estável: quando falta um dado, aparece que falta
  • Não recalcula o passado quando a regra muda
Ligação com o protocolo

Comparar dois momentos só é honesto se cada escore carregar a versão da regra que o calculou e a versão do protocolo vigente na data. É isso que permite distinguir mudança no quadro do paciente de mudança na régua.

Onde ele para
A comparação mostra a diferença e a origem de cada valor comparado. Interpretar essa diferença é do profissional, e nenhuma conduta é iniciada pelo sistema.

06

Integrações e Gestão de Dados

Troca de dados com os sistemas que o hospital já usa, mais exportação, indicadores operacionais e relatórios de atendimento.

O que faz
  • Abre endereços autenticados para os sistemas do próprio hospital
  • Avisa sistemas externos autorizados quando um evento acontece
  • Fala os padrões de interoperabilidade FHIR e HL7 quando aplicáveis
  • Entrega os dados da própria organização em exportação
  • Apresenta indicadores operacionais e relatórios de atendimento
O que não faz
  • Não liga nenhuma dessas conexões por padrão: cada uma exige decisão explícita da instituição
  • Não envia dado identificável a serviço externo sem contrato, país verificado e autorização
  • Não dá a quem audita acesso ao dado clínico de um paciente
  • Não exporta nada fora da verificação de permissão e sem deixar registro
Ligação com o protocolo

A integração usa a mesma identidade e o mesmo registro de uso dos módulos clínicos. Por isso tudo o que entra e tudo o que sai passa pela mesma verificação de permissão e fica registrado do mesmo jeito.

Onde ele para
Exportar dado é ação sensível: exige a permissão correspondente, pede a identificação do usuário de novo dentro do fluxo e fica registrada com quem pediu e quando.

Contrato e permissão

Ninguém vê módulo que a instituição não contratou.

O que está fora do contrato não aparece para o usuário, e a tentativa de entrar pelo endereço direto é recusada no servidor. O que está no contrato, mas o usuário não pode usar, aparece desabilitado com o motivo escrito por extenso, e esse motivo vem do servidor, nunca é frase inventada pela tela.

A diferença entre os dois estados importa para quem lê: um diz que a instituição não comprou aquilo, o outro diz que o papel daquela pessoa não tem a permissão. Quem recebe a mensagem precisa saber a quem recorrer, e não abrir chamado no lugar errado.

  • Consulta Inteligente no contrato
  • Inteligência Clínica no contrato
  • Protocolos Institucionais sem permissão Motivo devolvido pelo servidor: o seu papel não tem a permissão exigida para aprovar protocolo nesta unidade. Procure o administrador local da instituição.
  • Integrações e Gestão de Dados não aparece Módulo fora do contrato da organização. O item não aparece no menu, e o endereço correspondente é recusado no servidor mesmo se alguém digitá-lo direto.

Exemplo com valores sintéticos. Nenhum contrato de instituição real aparece em material público do Clarear Saúde.

Esconder um item de menu não é controle de acesso. Contratar um módulo não substitui a permissão do usuário, e a permissão do usuário não substitui o consentimento do paciente. As três verificações são independentes e todas acontecem no servidor.

Perguntas frequentes

O que costuma ser perguntado antes de escolher os módulos.

Ver como o isolamento funciona

Preciso contratar todos os módulos do Clarear Saúde?

A contratação é por módulo, e só a base é obrigatória, porque é ela que guarda quem é cada usuário, em qual unidade ele atua, o que pode fazer e o que fez. Os seis módulos vêm na combinação que a sua instituição quiser. Onde um depende do outro por dentro, o cadastro mínimo é liberado sem cobrança.

O que um usuário vê quando não tem permissão para um módulo contratado?

O item aparece desabilitado, com o motivo escrito por extenso, e esse texto vem do servidor, nunca da tela. Módulo fora do contrato não aparece de jeito nenhum. A diferença entre os dois estados existe para que a pessoa saiba a quem recorrer: o administrador da instituição, quando falta permissão, e a área que assinou o contrato, quando falta o módulo.

Por que várias funcionalidades vêm desligadas por padrão?

As funcionalidades de maior impacto clínico, jurídico ou de custo chegam desligadas para que ninguém as encontre ligadas sem ter decidido nada. Classificação de risco, gravação contínua, separação de falantes, extração automática, busca externa de evidência e integrações começam assim. Ligar cada uma é decisão da instituição, registrada com quem ligou e quando.

Contratar um módulo já autoriza o uso dos dados do paciente?

A contratação de um módulo não autoriza, sozinha, o uso do dado do paciente. O contrato diz o que a instituição comprou, a permissão diz o que aquele usuário pode fazer, e o consentimento do paciente é registrado à parte, separado por finalidade. Gravar áudio, por exemplo, exige consentimento próprio, aviso visível durante toda a gravação e prazo de guarda aprovado pela instituição.

Próximo passo

Comece pelo módulo que resolve a sua dor mais cara.

A primeira conversa é técnica: um fluxo real da sua instituição, o que já fica registrado hoje e o que precisaria ficar para que a auditoria respondesse sozinha. Sem apresentação comercial.

Falar com um especialista

As telas exibidas neste site usam dados sintéticos e servem para demonstrar a interface. Nenhum dado de paciente real é utilizado em material público.