Toda instituição séria tem protocolo aprovado por comitê. Ele costuma viver num documento
numa pasta compartilhada, numa versão que ninguém tem certeza de ser a vigente. Na prática,
a conduta acaba dependendo de quem está de plantão e de quanto essa pessoa lembra do
documento naquele instante.
O segundo problema aparece depois, e é o que costuma doer mais: quando a auditoria, a
comissão de qualidade ou o judiciário pergunta como determinada conduta foi apoiada, a
resposta precisa ser reconstruída de memória. E quando o comitê revisa o protocolo, não
existe forma simples de saber o que estava valendo no dia do atendimento.
A empresa nasceu para tratar esse documento como o que ele é: uma regra da instituição, que
precisa de versão, vigência, aplicação consistente e registro de uso.
O relato completo da fundação, com data, contexto e as pessoas envolvidas, ainda não está
publicado aqui: PREENCHER história de fundação. Preferimos um
marcador visível a uma biografia construída para soar bem.