Não fecha diagnóstico e não prescreve
O sistema reúne, calcula e mostra a origem. A conduta é do profissional de saúde, e a responsabilidade continua sendo dele.
Nenhuma recomendação do Clarear nasce de opinião do sistema. Ela vem do protocolo que o comitê da sua instituição aprovou, na versão que estava vigente naquele dia, e chega ao profissional com essa origem visível.
O Clarear não traz uma base clínica própria para dentro do seu hospital. Quem define a conduta é o seu comitê, no documento que ele já aprova hoje. O que o sistema faz é transformar esse documento em algo consultável no momento do atendimento, sem depender de alguém lembrar em qual pasta ele está.
Quando o comitê revisa e publica uma versão nova, os atendimentos anteriores continuam apontando para a versão que valia na data. É o que permite responder, meses depois, com qual regra aquela conduta foi apoiada.
Se o seu protocolo diverge de uma diretriz externa, o sistema mostra as duas e deixa claro qual é qual. Ele não escolhe por você e não silencia a diferença.
Um escore que aparece na tela foi calculado por uma regra fixa, e não redigido por um modelo de linguagem. O mesmo dado dá sempre o mesmo resultado, hoje e daqui a um ano. Isso é o que torna o número defensável numa auditoria.
Resultado fixo, sempre reproduzível.
o mesmo dado dá sempre o mesmo número
Sugestão, sempre revisável.
nada entra no prontuário sem confirmação
Entre os dois lados existe uma passagem só, e ela é uma pessoa. O que o modelo lê fica marcado como pendente até que o profissional confirme, com o trecho de origem sempre à mão para conferir.
Estes limites não são configuração. Não existe uma chave que os desliga para uma instituição específica.
O sistema reúne, calcula e mostra a origem. A conduta é do profissional de saúde, e a responsabilidade continua sendo dele.
Quando falta um dado, aparece que ele falta. O sistema distingue o que foi perguntado e não tem, do que ninguém perguntou ainda, e nunca trata ausência como resposta negativa.
Tudo que a IA extrai de um áudio ou de um documento fica pendente de revisão, com o trecho de origem acessível. Só vira registro clínico depois que uma pessoa aceita.
O sistema não deriva conduta a partir dos seus prontuários e não transforma a opinião de um profissional em regra para os demais. Protocolo entra pelo comitê, com aprovação e vigência.
Se o serviço de transcrição cai ou uma análise não pode ser feita, o sistema diz isso na tela. Ele não devolve um resultado parcial com aparência de resultado completo.
Cada informação exibida carrega quatro coisas: de onde ela veio, qual versão do protocolo foi consultada, quem confirmou e quando. Isso vale para o escore, para a orientação e para o que a IA sugeriu.
Na prática, é a diferença entre reconstruir de memória como uma conduta foi apoiada e simplesmente abrir o atendimento e ver.
O registro de quem viu e de quem confirmou não pode ser alterado nem apagado depois, nem por quem administra o sistema. Uma tentativa de acesso negada também fica registrada.
A conversa começa por um documento que já existe no seu hospital: como ele é aplicado hoje, e o que precisaria ficar registrado para que a aplicação fosse auditável.
Agendar apresentaçãoAs telas exibidas neste site usam dados sintéticos e servem para demonstrar a interface. Nenhum dado de paciente real é utilizado em material público.